USO DE HERBICIDAS PRÉ EMERGENTES NA CULTURA DA SOJA PARA CONTROLE DA BUVA
DOI:
https://doi.org/10.55905/ramviv12n2-002Palavras-chave:
Glycine max, Plantas Daninhas, Controle QuímicoResumo
O uso de diferentes herbicidas pré-emergentes na cultura da soja é uma ferramenta importante para reduzir o grau de infestação de plantas daninhas na área. O trabalho teve como objetivo avaliar o controle de buva em função da aplicação de diferentes princípios ativos em pré-emergência na cultura da soja.
O experimento foi conduzido no município de Água Santa, no estado do Rio Grande do Sul. Os tratamentos foram constituídos por distintos herbicidas pré-emergentes voltados ao controle de plantas daninhas na soja. Foram avaliados oito tratamentos, com quatro repetições, em delineamento de blocos inteiramente casualizados. As avaliações de controle das plantas daninhas foram realizadas visualmente, com contagem das plantas presentes a cada sete dias após a aplicação do herbicida e a semeadura, totalizando seis avaliações (7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a aplicação – DAA). As contagens foram realizadas em uma área de 1 m² por parcela, sempre no mesmo ponto. O herbicida Diclosulam apresentou o melhor controle desde a primeira avaliação (7 DAA). No entanto, em todas as avaliações (7, 14, 21, 28, 35 e 42 DAA), os tratamentos — com exceção da testemunha — apresentaram baixa incidência de buva, demonstrando controle eficaz. Os tratamentos com fomesafen + s-metolacloro, sulfentrazona + diuron e diclosulam apresentaram melhor desempenho em produtividade quando utilizados isoladamente. Os resultados obtidos permitem concluir que os princípios ativos estudados, tanto em uso isolado quanto em associação, foram eficientes no controle da buva.

